Kika K. é uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional, enquanto precisa lidar com as limitações de seu Transtorno Obsessivo Compulsivo. Kika se depara com Felipão, um fã obsessivo, um namorado galã sem noção e os compromissos profissionais marcados pela sua exigente empresária.


Eu amo a Tatá Werneck. 
Mas ainda acho que ela não funciona sendo dirigida. 
Ela, assim como outros comediantes de era stand up, que desenvolvem bem as piadas e tiradas no improviso, soam forçados quando tem que seguir um script.

Neste filme não é diferente. 
Faz uma boa dobradinha com a vera Holtz, e consegue nos fazer dar risada em alguns momentos, mas emperra quando tem que ser dramática. Fica ruim.
Além disso, o roteiro do filme é péssimo, e o TOC do filme só é abordado em poucas cenas. 
Apesar de ser um assunto sério, poderia ter rendido melhores cenas, e salvado o filme. 
Ruim demais.