Em 1999, a adolescente Celeste (Raffey Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma pop star iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Stacy Martin) e um gerente de talentos (Jude Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Natalie Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado "Vox Lux ", o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror.
Com produção executiva assinada pela protagonista, Natalie Portman, Jude Law e a cantora SIA, "Vox Lux" não poderia ser ruim.
Achei interessante os créditos logo no início (perturbador) do filme, o que nos faz lembrar aqueles clássicos dos anos 30 e 40.
Caso não curta musicais, não desista deste, pois as cenas musicadas são poucas.
O foco aqui é Celeste, personagem brilhantemente interpretado pela dobradinha Raffey Cassidy quando jovem e Portman na fase adulta.
Natalie, por sinal, está em um dos seus melhores papéis, e até convence como mãe de adolescente.
Jude Law também está como o empresário da garota que após sobreviver e uma grande tragédia, tem a sua ajuda para se tornar uma Pop Star (mesmo sem não ter muito talento).
Stacy Martin, que interpreta Eleanor, a irmã de Celeste, e a que detém o talento para a música, entrega uma ótima apresentação, apesar de achar que foi mal aproveitada durante a história. Poderia ter tido um destaque maior.
A fotografia, apesar de soturna, é ótima.
E a trilha sonora assinada pela SIA é excelente.Além dos temas instrumentais que dão um ótimo tom às cenas, as faixas que compõe o repertório de Celeste foram escritas pela cantora, e é quase impossível não imaginá-las sendo interpretadas por ela. O DNA musical da SIA está em todas as faixas.
Um mistura de Birdman, com Cisne Negro e Nasce uma Estrela.
Ótimo filme.



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